As cartas de Margarita Wasserman

Filha do judeu comunista Paulo Wasserman se tornou escritora quando tinha mais de 60 anos. Foi quando descobriu a liberdade.

Por José Carlos Fernandes

Se a uruguaia Margarita Wasserman, 89 anos, tivesse de eleger o objeto síntese de tudo o que viveu, por certo escolheria um envelope de carta. Foi por carta que seu pai – o romeno Paulo Wasserman – se declarou à russa Sara Bakst, dando origem a um romance epistolar digno das melhores páginas de Gabriel García Márquez. Por carta, ao longo da década de 1970, Margarita se correspondia com as filhas Marli e Noemi, quando viviam no exterior. Eram três missivas por semana, cada filha, sem escalas. Graças à qualidade desses textos nascidos da pena de uma devotada mãe judia, Wasserman descobriu que gostava de escrever e se viu catapultada à literatura, uma paixão da maturidade. Continue lendo …:

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/colunistas/jose-carlos-fernandes/as-cartas-de-margarita-wasserman-cehytq1g6qpb5qr0jdeporpro

 

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